Arsesp nega que tenha afirmado que água de Hortolândia e Paulínia é imprópria para consumo
Agência reguladora estadual esclarece que laudos disponíveis não apontam desconformidade com os padrões de potabilidade vigentes; análises laboratoriais seguem em andamento
Divulgação Arsesp A Agência
Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) emitiu um
comunicado oficial desmentindo informações que circularam nas redes sociais e
em grupos de mensagens sobre a qualidade da água distribuída nos municípios de
Hortolândia e Paulínia. Segundo a Arsesp, é falsa a afirmação de que a agência
teria declarado que a água das duas cidades não é própria para consumo.
De acordo
com a Arsesp, os laudos e medições disponíveis não apontaram desconformidade
com os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação vigente. A agência
ressalta, no entanto, que as análises laboratoriais e os relatórios técnicos
ainda estão em andamento, em conjunto com os demais órgãos competentes.
O que aconteceu
Conforme
explicou a Arsesp, a fiscalização realizada no dia 24 de abril de 2026
nos sistemas de abastecimento de água de Hortolândia e Paulínia teve caráter
apenas preliminar e não apresentou conclusão definitiva sobre a ocorrência
registrada na região. Durante essa vistoria, foram observadas alterações no
gosto e no odor da água na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Hortolândia.
A Arsesp
esclarece que o laudo da amostra coletada naquele dia apresentou conformidade
quanto aos parâmetros de turbidez e cor, de acordo com a Portaria GM/MS nº
888/2021, que regulamenta o padrão de potabilidade da água para consumo humano
no Brasil.
Análises continuam
A agência
informa que as análises laboratoriais e os relatórios técnicos seguem em
andamento em parceria com os demais órgãos competentes. A Arsesp reforça seu
compromisso com a fiscalização técnica, transparente e responsável dos serviços
de saneamento básico no Estado de São Paulo e diz acompanhar a situação de
perto.
A circulação de informações falsas sobre a qualidade da água pode gerar
pânico desnecessário na população e prejudicar a confiança nos serviços
públicos de saneamento. A Arsesp orienta a população a buscar informações
apenas em fontes oficiais.





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