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Paulínia,26/04/2026

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    Sabesp Investiga Origem de Água com "Cheiro de Mofo" em Paulínia e Cidades Vizinhas

    Apesar do gosto e odor desagradáveis relatados por moradores da Região Metropolitana de Campinas, a companhia afirma que a água segue dentro dos parâmetros de segurança para consumo.


    Sabesp Investiga Origem de Água com Divulgação

    Nos últimos dias, uma queixa tem se tornado frequente nos grupos de bairro e redes sociais de Paulínia, Monte Mor e outras cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC): a água que sai das torneiras está apresentando um forte cheiro de terra ou mofo, além de um gosto ruim. A alteração na qualidade aparente da água gerou desconfiança e fez com que muitas famílias recorressem à compra de água mineral.

    Diante do volume de reclamações, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) se pronunciou oficialmente e iniciou uma investigação para identificar as causas da alteração no sistema de abastecimento local.

    O que está causando o problema?

    Embora a investigação ainda esteja em andamento, a principal suspeita técnica da Sabesp recai sobre a proliferação de algas nos mananciais que abastecem a região.

    Geralmente, mudanças bruscas de temperatura, aliadas à variação no volume de chuvas e à incidência de luz solar, criam o ambiente perfeito para a floração dessas algas. Durante esse processo natural, elas liberam compostos orgânicos (como a geosmina), que não são tóxicos, mas possuem um odor e sabor muito fortes, perceptíveis mesmo em quantidades mínimas na água.

    A água é segura para consumo?

    A principal preocupação da população é em relação à saúde. Sobre isso, a Sabesp foi categórica em suas notas oficiais: a água não apresenta riscos à saúde humana.

    • Monitoramento Constante: A companhia garantiu que a água distribuída continua passando por todas as etapas de tratamento rigoroso.

    • Parâmetros do Ministério da Saúde: Segundo a Sabesp, os testes laboratoriais atestam que a água segue obedecendo a todos os critérios de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde. O problema atual é classificado como uma questão "organoléptica" (que afeta os sentidos, como paladar e olfato), mas não indica contaminação por bactérias ou agentes patogênicos perigosos.

    O que a Sabesp está fazendo para resolver?

    Para minimizar o incômodo, a companhia informou que está ajustando os processos nas Estações de Tratamento de Água (ETAs), aplicando técnicas adicionais, como o uso de carvão ativado, que é o método mais eficaz para reter as partículas que causam o mau cheiro e o gosto de terra.

    Como os moradores devem proceder?

    A orientação oficial para os moradores de Paulínia e região que continuam recebendo água com alterações severas é registrar a ocorrência nos canais oficiais de atendimento da Sabesp. Isso ajuda a companhia a mapear os bairros mais afetados e realizar descargas (limpezas) na rede de distribuição local, se necessário.

    Canais de Atendimento da Sabesp:

    • Telefone: 0800 055 0195 (ligação gratuita, 24 horas)

    • WhatsApp: (11) 3388-8000

    • Agência Virtual: Agência online no site oficial da Sabesp

    A redação continuará acompanhando o caso e trará novas atualizações assim que a Sabesp emitir um laudo conclusivo sobre a normalização completa do sistema.




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